Não adianta trabalhar bem e ser competente.  Pois quem vai ficar depois que você for embora é quem vai escrever o obtuário…..rs

E quando nesse “obtuário” consta que você foi o responsável por toda a sorte de insucessos(ou uma parte dele) em um  projeto, pode ter certeza, o estrago foi feito e dificilmente consegue-se repará-lo.
O que mais chama a tenção nisso tudo, é que quem escreveu o obtuário, participava ativamente para o bem correr do projeto e conhecia bem o problema do “cliente amigo”.  Inclusive, conseguia fazer o seu trabalho (do projeto) e os seus próprios trabalhos(o por fora…rs….).

Não via problemas nisso, desde que o “projeto oficial” fosse a prioridade.  Mas esquecemos que o tempo passa, e rápido.  Ao chegar próximo a entrega do projeto, o mesmo inevitavelmente estava atrasado.

O legal, é que isso gera algo que eu chamaria de: desgraça para uns (para quem foi embora) e oportunidade para outros (para quem ficou).  Por assim dizer: “Pode deixar que EU resolvo a cagada que fulando deixou quando foi embora”.

Eu poderia resumir a situação da seguinte maneira: para se criar um Herói, precisamos de um Vilão.  O problema é: quem vai ser o vilão?  O que isso vai acarretar ao miserável escolhido como vilão?  E o melhor, o que vai acontecer quando o Herói partir, e só sobrar o dito vilão para resolver os problemas que o dito herói apenas escondeu e não resolveu??

Fica a questão moral para esta situação:  Até que ponto devo me aproveitar de uma determinada situação, para crescer no meu trabalho, criticando e ou desqualificando o trabalho de quem partiu??

Abs, 😉